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Em Tocantinópolis, Criança Indígena Perde um Olho Por Falta de Atendimento

A pequena Luciana Cavalcante Laranja Apinajé de apenas um ano e quatro meses, moradora da aldeia Chapadinha, foi

Fonte: tocnoticias

A pequena Luciana Cavalcante Laranja Apinajé de apenas um ano e quatro meses, moradora da aldeia Chapadinha, foi diagnosticada com Ulcera de Córnia e sem um tratamento adequado perdeu um olho.

Vivendo na penúria, uma mãe indígena está angustiada com a situação da filha que após 120 dias aguardando um tratamento para a criança que infelizmente já perdeu um olho direito após o mesmo estufar por causa da doença diagnosticada como uma ulcera de córnia, não sabe o que fazer para tratar sua caçula.

A mãe, Jacirene Laranja Pereira Apinajé de apenas 20 anos, que mesmo com pouca idade tem outros dois filhos, contou que os sintomas apareceram a cerca de 120 dias, e que a mesma procurou o hospital municipal José Sabóia e como lhes disseram que aqui não teria tratamento para o problema da pequena indígena, encaminharam mãe e filha para Araguaína, e que lá, foram literalmente despachadas para Palmas (TO), ou Goiânia (GO).

Sem ter a mínima condição de fazer um tratamento particular, as duas tiveram de retornar para Tocantinópolis isto na data de 13 de Julho deste ano e que no Polo Base indígena local, mandaram que a mãe retornasse para a aldeia onde a mesma mora e que deixasse a bolsa pronta pois a qualquer momento um veículo poderia chegar para buscar as duas para levá-las para a realização do tratamento da pequena Luciana.

Com o passar dos dias o olho foi estufando até que com exatos quatro meses depois da mãe procurar atendimento e ficar aguardando o veiculo chegar, o olho da pequena Luciana estourou.

Depois da mãe comunicar o acontecido Luciana foi encaminhada novamente para o Hospital Municipal José Sabóia, onde foi medicada e depois de ficar internada por 24 horas, a mesma teve alta e já retornou para sua casa na aldeia chapadinha, sem ter nenhuma esperança de realização de exames, já que há o temor da doença também afetar o outro olho.

Um caso como este que torcemos para que fique apenas na perda da visão do olho direito da pequena indígena, não é um caso único, muitos são os relatos de mortes de recém nascidos dentre os apinajés, inclusive durante a visita de nossa equipe ao hospital municipal para conversar com a mãe da ultima vítima de negligência, encontramos um outro casal de indígenas com sua bebê recém nascida internada com pneumonia, reclamando da comida fornecida e o que é pior, é que mesmo se pessoas se solidarizassem e doassem frutas para o casal, essas não poderiam ser entregues por regra do hospital municipal.

Todos os dias nós vemos o atendimento dado aos apinajés, que em sua maioria desprovidos de uma boa educação, são transportados em verdadeiros paus de araras quando vem para a cidade ou voltam para suas aldeias. Já tivemos casos de mortes em acidentes nesses mesmos veículos sem que nenhuma autoridade local tome alguma providência. Não se sabe o porquê que nem a Polícia Militar que faz um ótimo trabalho ostensivo em Tocantinópolis, toma uma atitude quanto ao transportes desses seres humanos tratados com desprezo, já que a grande maioria é obrigada a comprar em apenas um, dois ou três comércios locais, pois seus cartões de benefícios, sejam eles do bolsa família, ou de aposentadoria ficam nas mãos dos comerciantes como garantia para poder vender, e repito, ninguém faz nada para mudar essa situação.

No caso da pequena Luciana o que se percebe é uma grande falta de vontade por parte dos funcionários do tal Polo Base, que não fizeram o seu trabalho como deveriam, pois de acordo o encaminhamento feito pela oftalmologista essa criança deveria ter sido levada pra um grande centro para evitar a perda do olho, o que agora é tardio. Não estamos acusando esses funcionários responsáveis pelo caso de Luciana de não trabalharem, mas no mínimo não estão realizando seu trabalho como deveriam, e o pior de tudo é que vão receber seus salários do mesmo jeito, enquanto a criança perdeu um olho.

O prefeito fanfarrão também não está nem um pouco preocupado com os problemas do município, já que suas preocupações estão mais para as bandas de suas terras que a cada dia que passa aumentam os hectares, nesse caso vale a máxima popular que diz: "O olho do dono é que engorda o gado", e enquanto os gados do prefeito engordam e aumentam, os tocantinopolinos estão perdendo os olhos.


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